terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

3º Capítulo


R

odrigo prensou os lábios nos meus e depois mordiscou a minha boca com muita suavidade.
Eu levei a minha mão para a nuca do garoto, mas ele não continuou o nosso beijo. Fiquei frustrado quando o meu melhor amigo separou os nossos lábios.
- O que houve? – perguntei.
- Melhor sem beijo, tá bom? – ele passou o nariz na minha clavícula.
Lembrei do Vini. Por que eles tinham que fazer isso? Qual o problema em me beijar? Eu não tinha mal-hálito!!!
Rodrigo e eu ficamos nos acariciando um tempão imenso. Só pelo encostar da nossa pele eu consegui perceber que ele estava extremamente excitado.

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- O que estou fazendo? – ele falou isso muito baixinho.
- Eu não sei – respondi na mesma altura. – Quer parar?
Silêncio. Eu estava preparado para tudo.
- Quero não.
Ele rolou e foi parar ao meu lado, mas o coitado quase caiu da cama, visto que nós estávamos em uma de solteiro, o que dificultou e muito a nossa interação.
- Machucou?
- Não – ele me abraçou e deslizou os dedos pela lateral do meu corpo.
Eu estava mega excitado. Ao mínimo toque dele o meu pau subia. Ele já estava começando até a latejar.
- Ui – soltei todo o meu ar pela boca.
- O que houve?
- Nada – eu não ia falar, né?
- Você não vai contar nada disso pros caras, vai?
- Por que eu faria isso?
Até aquele momento eu não tinha falado do Vini pra nenhum deles. Eu sabia guardar segredos.
- Promete pra mim?
- Prometo pela minha vida que eu não vou contar nada pros caras.
- Assim que eu gosto.
Dei um beijinho no pescoço dele e fui subindo a minha boca bem devagar. Tudo o que eu mais queria era receber um beijo dele, mas um beijo de verdade.
Nossos lábios tocaram novamente, mas ele desviou o rosto e disse na minha orelha esquerda:
- Não – em seguida Rodrigo mordiscou a minha pele com muita suavidade. – Isso não.
- Por quê?
- Porque não acho necessário.
Mordi meus lábios. Eu ia ter que me controlar. A língua dele percorreu a minha clavícula e eu fiquei extremamente arrepiado. O contraste da minha pele quente com a língua molhada do garoto me deixou alucinado demais.
Imitei o que ele fez e pelo jeito acabou causando o mesmo efeito porque ele também arrepiou. E arrepiou por completo.
- Arrepiou? – perguntei propositalmente.
- Muito.
- Dizem que depois dos 12 não é mais arrepio.
Pausa. Ele mordeu meu queixo.
- E o que é então?
Arranhei as costas dele com a minha mão direita.
- É tesão...
- É? Será que eu estou?
- Acho que sim – dei uma mordidinha na orelha do gato.

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- Quer comprovar?
- É tudo o que eu mais quero nesse momento – falei o mais baixo que pude.
Mas não conferi de imediato. Ele continuou conferindo cada centímetro da minha pele, mas limitou-se aos meus membros superiores. Em nenhum momento o Rodrigo desceu a mão pelas minhas pernas, muito menos até o meio delas.
- Sua pele é tão sedosa – ele falou.
- Por que está dizendo isso?
- Porque é a verdade...
- Vou considerar isso como um elogio.
- E esses músculos? Pra que quer ficar tão gostoso assim?
- Pra qualquer um que me faça feliz. Quem sabe essa pessoa seja você?
Silêncio de novo. Digão também arranhou a minha pele e depois passou a ponta dos dedos pelo meu tórax.

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- Não crie expectativas...
- Não estou criando expectativas – sorri e mordi meus lábios. como eu estava excitado!
Era a hora de mudar de posição. Rods deitou com a barriga pra cima, abriu um pouco as pernas e passou o braço direito pelas minhas costas. Eu me aproximei, dei um beijo no queixo dele, desci minha boca pelo pescoço, passei para o peito e parei no mamilo direito do cara.
- Ah – nesse momento o Rodrigo soltou o primeiro gemido e eu fui a loucura...
Mordisquei o mamilo do meu amigo com o máximo de cuidado que pude e depois beijei o local várias e várias vezes. Ao mesmo tempo, deslizei a minha mão pela lateral do corpo dele até chegar ao cós da cueca que ele estava usando.
Não tirei mais a mão dali. Coloquei o dedo dentro do tecido e acariciei muito a lateral do quadril dele. Só quando ele voltou a respirar eu avancei um pouco mais o meu dedo até chegar na virilha.
Estava tão quente... Senti centímetro por centímetro da pele dele e refiz os movimentos até perder as contas.
- Ah – ele gemeu de novo.
Eu já estava chegando com a minha boca no umbigo do Rodrigo. Por onde eu beijava a pele dele ficava arrepiada e ao mesmo tempo o meu membro subia mais e mais no ar.
Voltei pro rosto do boy, mordisquei o queixo dele e falei:
- O que você quer que eu faça?
- Hum... Não sei, vai depender do momento.
Deixei um dedo dentro da cueca dele e com outro, passei a brincar com uma mecha de cabelo do gatinho.
Fui mais além. Senti que o negócio dele criou vida e não consegui me segurar mais... Eu tinha que colocar a mão, eu tinha que sentir o tesão que ele estava sentindo...
Fui cauteloso. Passei suavemente a mão pelo volume e estava muitíssimo rígido. Quando eu fechei a mão naquela circunferência, o bagulho ficou ainda mais duro, se é que isso era possível...

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- Hum... – ele gemeu no meu ouvido. – Continua Caio...
- Quer mais?
- Eu quero – ele acariciou os meus cabelos. – Eu quero muito mais, não para não...
- Tem certeza que você quer? – eu mordi meu lábio.
- Eu nunca tive tanta certeza em toda a minha vida.
Como estava duro... Fazia tempo que eu não encontrava um cacete tão duro como estava o do Rodrigo naquele momento...
- Põe ele pra fora!
Aquele pedido foi uma ordem. Abaixei e rapidamente despi o meu melhor amigo. Quando ele se viu livre da cueca, abriu as pernas e deixou o resto comigo.
Como eu queria que a luz estivesse acesa. Como eu queria ver aquele pau pela primeira vez... Mas eu sabia que se acendesse ele poderia voltar atrás, ele poderia ficar tímido e isso eu não queria que acontecesse.
O pau fervia. Eu passei meus dedos por toda a extensão e parei quando cheguei na cabeça, já totalmente exposta. Provavelmente ele era circuncisado.
Brinquei com a glande e ele soltou um gemido. Para mim ainda era inacreditável que aquilo estava acontecendo.
- Bate pra mim, Caio?
Subi o meu corpo e deixei ele totalmente solto. Eu queria tentar outro beijo, mas novamente ele foi arredio:
- Isso não – mas não foi grosso. Rodrigo acariciou o meu rosto.
- Deixa, vai?
- Bate uma pra mim, bate?
- Você quer gozar, é safado?
- Muito. Quero gozar muito!

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Deitei no ombro dele, ajeitei o meu corpo no pouco de colchão que me restava e segurei o pênis do Rodrigo com força.
- Isso... Com força!
Soltei o pau e fui explorar a região. Pelo que parecia, ele tinha aparado os pelos ou era impressão minha? Me detive no saco do cara. Sempre tive uma predileção por essa parte do corpo masculino. Acariciei muito, passei meus dedos por todos os lados e só depois eu dei uma atenção ao que ele queria.
- Argh – Rodrigo se mexeu todo na cama.
Não me segurei e também tirei a minha cueca. Se ele estava nu, eu também poderia ficar não é?
- Me faz gozar, Cacs – ele falou no meu ouvido.
- Como?
- Bate pra mim!
- Só assim?
- Por enquanto só... Bate, vai? – a voz dele estava muito sexy.
Não resisti mais e fiz o que ele pediu. Levantei o meninão do Digão e comecei o vai-e-vem em um ritmo nada acelerado.
- Isso – ele gemeu baixinho e passou o braço pelo meu tronco. – Assim... Ah...
A minha boca estava cheia de água. Eu queria colocar todos aqueles 19 centímetros goela adentro, mas algo me dizia que ele não ia aceitar que eu fizesse aquilo.
- Ah, delícia cara... Ah...
A cada gemido que o Rodrigo soltava eu ficava mais puto ainda. O meu pau já estava mais do que doído e até aquele momento o coitado estava esquecido.
Peguei a mão do rapaz e tentei colocá-la em cima do meu dote, mas ele não aceitou segurar.
- Não consigo, desculpa.
Será que ele ia conseguir me penetrar? Será que nós iríamos chegar a esse ponto? O que será que ele ia sentir se isso acontecesse?
A cada segundo o pinto do Digão ficava mais e mais ereto. Parecia até que ia rachar de tão teso que estava...
- Ah... – Rodrigo gemeu.
Meu amigo não quis segurar meu pau, mas acariciou e muito as minhas nádegas. Ele não chegou a invadir com o dedo e não ultrapassou a minha pele um segundo sequer.
- Que bundinha dura...
- Você gosta? – eu perguntei baixinho.
Porém ele não respondeu nada. Só continuou gemendo.
Nós estávamos suados. Em pouco tempo o cheiro do suor dele invadiu o meu nariz e tomou conta do nosso quarto. Eu estava todo babado e sentia que poderia gozar a qualquer momento, mas pra isso eu precisava ser tocado.
- Você nunca fez um troca-troca? – perguntei.
- Nunca – ele gemeu.
Permaneci com o vai-e-vem, mas quando percebi que ele ia gozar eu acabei parando.
- Não para... Não para...
Desci a minha boca pela barriga dele. Eu precisava chupar o meu amigo; precisava sentir o sabor dele...
Fiquei extasiado com o perfume dele. Até nas partes íntimas o cara era cheiroso... Beijei um pouco abaixo do umbigo do Digow e com muita cautela eu fui abaixando a minha boca, até sentir a cabecinha nos meus lábios.
Beijei uma, duas, três vezes até perder as contas de quantas vezes fiz isso. Como estava duro, como estava cheiroso, como estava quente...
Impossível resistir. Impossível ter controle numa situação daquelas. Eu levantei o sexo do meu amigo e comecei a passar a língua por todos os lados. Ainda bem que ele não me barrou um segundo sequer.
- Ah...
Eu só ouvia os gemidos dele e isso me deixava transtornado, porque o timbre grosso da voz me arrepiava todo...
- Uh...
Contudo, quando eu ia colocar tudo na boca ele não deixou. Me senti absoluta e completamente frustrado.
- O que houve?
- Não, Cacs... Isso não...
- Por quê?!
- Nâo vou me sentir bem se isso acontecer, sabe?
- Mas... Digow...
Como assim? O negócio estava tão bom!
- Bate pra mim? Me deixa gozar... Eu prometo que em outra vez eu libero, mas agora não...
QUE ÓDIO! Fiquei mesmo decepcionado com ele... Ele conseguiu estragar o nosso momento!
Mas eu obedeci. Não queria avançar muito o sinal como da outra vez. Parei de beijar o pau dele e comecei a beijar as coxas. Por que ele era tão cheiroso daquele jeito?
- Uh... Delícia, cara...
Será que no saco ele deixava eu chegar perto? Fui me aproximando aos pouquinhos até alcançar o local desejado.
- Nã-não... – ele tentou fechar as pernas.
- Relaxa! – eu falei e tirei as mãos dele de cima da minha cabeça.
Continuei masturbando meu amigo e em seguida passei o nariz no meio das pernas dele. O cheiro do desodorante que ele usava estava misturado com o próprio cheiro do Rodrigo e ficou uma mistura diferente, mas extremamente agradável.
Quando coloquei a língua na pele dele, todo o tecido ficou enrugado. Ele soltou um gemido tão alto que eu fiquei preocupado com os irmãos que estavam no quarto ao lado.
- Shiiiiiiiiiu – falei.
- Ah... Ah... Para, para...
- Não!
Abri mais as pernas dele e passei toda a língua nas bolas do Rodrigo. Pelo jeito eu havia encontrado o ponto fraco dele porque o moleque ficou fora de si.
- Ui... Hum... Ah...
Que delícia... Pra ficar perfeito só faltava experimentar tudo. Tentei novamente abocanhar o brinquedo dele, mas mais uma vez ele me barrou:
- Nã-não...
Como ele estava suado! Eu dei uma última lambida no saco dele e voltei a minha boca para o tórax. Beijei em volta do umbigo do garoto e continuei a punheta, mas eu estava percebendo que logo ele ia gozar.
Como eu estava um pouco mais abaixo que ele, acabei conseguindo uma posição melhor na cama: deitei de lado, coloquei a cabeça na barriga do Rodrigo, deixei a minha perna esquerda esticada em cima da cama e coloquei meu pé direito em cima do meu joelho esquerdo. Essa posição foi perfeita para eu também me masturbar.
Segurei o meu pau com a mão direita e o dele com a mão esquerda. O meu júnior estava tão sensível, mas tão sensível que no 3º ou 4º toque eu tive que parar senão ia gozar.
- Ah – nós gememos juntos.
Rodrigo enfiou os dedos nos meus cabelos. Eu torci para ele pressionar a minha cabeça pra baixo, mas isso não aconteceu.

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- Continua, Cacs... Continua, cara...
- Está gostando, safado? – mordi meus lábios.
- Muito, cara... Me faz gozar, vai?
Em nenhum momento eu aumentei a velocidade da masturbação. Do começo ao fim deixei a minha mão no mesmo ritmo. Eu queria fazê-lo sentir muito prazer, mas não estava com a menor pressa para aquilo acontecer.
- Ai...
Não sei qual de nós dois que estava mais excitado. Talvez estivéssemos até na mesma intensidade, mas eu sabia que eu estava com muito mais tesão que ele, com muito mais vontade de transar com ele do que ele comigo.
Prendi a minha respiração. A qualquer momento eu ia chegar no ápice e provavelmente isso ia acontecer antes que ele, mas acabei me enganando.
- Ai... AI... Continua, continua – Rodrigo segurou na minha cabeça com as duas mãos. – Continua, Cacs...
- Vai gozar?
- Vou cara... Vou gozar...
Engoli em seco. Como eu queria experimentar aquele leitinho do Rodrigo... Por que ele teve que ser tão limitante?
- Ah... Ah... – ele deu um murro no colchão.
O pau do Diguinho ficou muito mais duro do que já estava e quando eu senti que o leite ia sair, parei de punhetá-lo.
- Hum... Continua...
Brinquei com os pelos do Rodrigo e só depois de uns 3, 4 minutos voltei pro pau.
- Não para, cara... Me faz gozar, porra!
- Vai gozar muito?
- Vou, safado... Vou gozar muito...
- E pra quem você vai gozar? – engoli em seco. Nem sei por que fiz essa pergunta.
- É pra você... Só pra você, mas continua aí...
Ouvindo aquela resposta eu não segurei mais nada. Intensifiquei os movimentos e muito rapidamente Rodrigo alcançou o orgasmo.
Fiquei pra lá de espantado quando o esperma foi parar no meu rosto. Abri a boca e consegui experimentar um pouco do leite do meu irmão...
- Aaaaaaaaaaaaaaaaah... Aaaaaaaaaaaaaaaaah... Aaaaaaaaaaaaaaaaah... Aaaaaaaaaaaaaaaaah... Aaaaaaaaaaaaaaaaah... – ele gemeu baixinho, mas com muita intensidade.
Ouvindo esse gemido eu não consegui segurar mais e também gozei, mas fiquei em silêncio, embora estivesse com vontade de gritar de tanto prazer.

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Há muito eu não via – ou melhor, sentia – tanto sêmen como senti naquela ocasião. O meu rosto estava todo sujo, meus cabelos melecados e todo o colchão da cama estava simplesmente empoçado com o nosso gozo.
- Ah... Ah que delícia... Ah...
Se antes o nosso quarto estava com o cheiro do nosso suor, naquele momento estava com o cheiro do nosso prazer.
Tudo bem que não foi como eu imaginava que seria, faltou muita, muita coisa, mas algo dentro de mim estava dizendo que aquela não seria a única vez que o Rodrigo e eu iríamos “brincar”; algo me dizia que aquela tinha sido só a primeira vez... Mas essa confirmação eu só ia ter com o decorrer do tempo e eu ia ser obrigado a esperar...

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3 comentários:

Anônimo disse...

Que delícia cara! Foi mais excitante do que as suas outras transas, eu gozei imaginando Rodrigo gozando. Meu sonho é que ele esteja casado com você hoje em dia.

Anônimo disse...

Hey Caiô, esperava algo mais romântico do que um simples troca-troca. Mas foi excitando. Não tem outra palavra para este capítulo.

Como o Rodrigo queria "experimentar", provavelmente não seria apenas isso que ele queria, mas como este sentimento de querer algo com você ainda estava recente, devetia haver muita confusão na cabecinha dele. Este fato deve ter mexido com ele para não querer te beijar neste momento, pois um beijo demonstra sentimento, e ele ainda está com medo do que ele quer, e do que ele pode querer fazer contigo, sem contar o fato de nao querer estragar a amizade entre você. Uma vez que isso virá dele já que está todo confuso com isso.

Acho que rolará outras. Apesar de está ter sido simples, foi muito boa, excitando como já falei anteriormente. Espero para ler quando que o próprio Rodrigo vai lhe roubar um beijo, ou concretizar o que você queria.

Beijos

Dann Oliver

Unknown disse...

Ja e um comeco, Não vou memtir mas esperava mais... Pelo menos um beijos bem quente, mas mesmo assim sentir que o Digow ainda vai querer mais. Vou estar aguardando por esse momento. Caio TE AMAO KRA, Sou seu FÃ !! 😂